Vinhos chilenos, argentinos e uruguaios - experimentando além do óbvio

Algumas pessoas com passar do tempo (e das garrafas) perdem o encanto pelo vinhos do Novo Mundo, em particular os sulamericanos. Eu até entendo. Em geral eles são mais “simples” e feitos exatamente para serem fáceis e populares, portanto se tornam um pouco padronizados.

Também concordo com alguns críticos que batem na tecla da Parkerização de uma parte dos produtores dessas regiões (com uso excessivo de barricas e algumas vezes de uvas sobremaduras). Porém, eu acredito que também tem muita coisa boa vinda de lá, como por exemplo esses dois clássicos que estão comigo na foto. Tanto a linha Terrunyo da Concha y Toro quanto o Dayman da Bodega H. Stagnari são vinhos muito bem feitos.

Agora mais do que os clássicos Malbecs, Cabs e Tannats, o que realmente vem me deixando empolgado sobre os vinhos sulamericanos são aqueles produzidos com uvas que estão sendo redescobertas por lá. São diversos exemplos como Cinsault, País e Carignan no Chile; Cabernet Franc, Bonarda e Syrah na Argentina; e Petit Verdot, Arinarnoa e Albariño no Uruguai. Tenho tido surpresas incríveis com os vinhos produzidos com essas “novas” uvas. Vale a pena buscar e experimentar exemplares dessas castas.

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